O curso de Desenho Realista "Lápis de Cor para iniciantes" é um curso voltado para quem está iniciando
do zero nessa arte.

Nesse curso eu vou te ensinar o método que uso para fazer meus desenhos realistas com
lápis de cor, através de exercícios simples e vídeo aulas didáticas.

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O "Curso de Pós-Produção Fotográfica Profissional para Amadores" é um curso criado e desenvolvido pela fotógrafa profissional Simxer,  que já tem mais de 3 milhões de views.

Este curso é destinado à fotógrafos amadores e iniciantes, que desejam dar um toque profissional às suas fotos.

Com linguagem simples e acessível, este curso mostra como usar as ferramentas do Lightroom e Photoshop de forma prática e objetiva para alcançar os resultados mais incríveis nas suas fotos, além de ensinar os efeitos e truques mais utilizados pelos fotógrafos profissionais.

É um Curso indispensável para o fotógrafo iniciante, e amador, conseguir um acabamento profissional nas suas fotos.

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O Curso online de Fotografia Profissional para Amadores, foi desenvolvido pela Professora Simxer, redatora e criadora do Foto Dicas Brasil.

Autora de eBooks bestsellers, a Simxer resolveu fazer Vídeo-Aulas sobre Fotografia com a intenção de levar mais conhecimento para os seus alunos.

Um Curso Online obrigatório para qualquer pessoa que queira ingressar na Fotografia Digital. Ministrado pela fotógrafa profissional Simxer, com mais de 20 anos de experiência e professora de fotógrafos iniciantes, autoras do Best Sellers "Fotometria Simples - Você no Controle da Luz", e "Nikon ou Canon, Câmera Profissional ou Semiprofissional - Aprenda a decidir você mesmo!" Além de criadora e autora do site de referência em ensino de fotografia de forma simples, direta e objetiva, o "Foto Dicas Brasil". O Curso foi gravado em estúdio profissional e possui qualidade Full HD, além de suporte de uma equipe especializada e da própria Simxer dentro de um Grupo Fechado no Facebook. O melhor custo x benefício de todo o mercado de língua portuguesa. 

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Escuto alguns mitos desde que comecei a me interessar pela fotografia, e eles continuam aparecendo ainda hoje. Não acredite!

1. Canon é melhor que Nikon, ou Nikon é melhor que Canon

Escuto bastante gente comentando que “ouviu dizer que tal marca é mais nítida” ou “que tal marca é mais barata”. A verdade é que todas são caras e todas tem diferenças muito pequenas na qualidade técnica final da imagem. Diferenças que normalmente não são nem visíveis.
Sabe qual é o melhor jeito de decidir qual marca comprar? Veja qual é a marca usada por amigos e amigas: assim você consegue pedir ajuda e trocar informações sobre seu equipamento, além de emprestar acessórios :-)

2. Quanto mais megapixels, melhor é a câmera

Estou fotografando em um local com bastante gente e, para puxar assunto, alguém olha para minha câmera enorme e pergunta. com os olhinhos brilhando: “Uau, que câmera, hein? Quantos megapixels ela tem?”
Acho que quem pergunta isso espera que eu diga algo incrível como “ahhh, tem um trilhão de megapixels!” Olhinhos param de brilhar quando eu respondo que a minha câmera tem tantos megapixels quanto muitas câmeras amadoras por aí.
A confusão acontece pois os megapixels foram a medida escolhida pela indústria das câmeras amadoras como um ponto importante de venda. Fica implícito que quanto mais megapixels, melhor a qualidade da foto! A verdade, no entanto, é que esse número não faz tanta diferença assim. Os megapixels representam, somente, o tamanho da foto.
O que realmente faz diferença na qualidade de imagem de uma câmera é o sensor – aquela plaquinha eletrônica que substitui o filme. Sensores maiores e melhores criam fotos que reproduzem a realidade com mais nitidez e qualidade.
(Outros fatores que contribuem para a qualidade de uma foto é a lente utilizada e o uso da luz, claro.)
Ou seja: uma câmera que tenha 40 megapixels e um sensor ruim vai resultar em arquivos enormes, mas com baixa qualidade. Uma câmera com 8 megapixels e sensor bom vai resultar em arquivos menores, mas com qualidade superior.
tamanho sensores dicas de fotografia
Veja um exemplo de comparação de tamanho dos sensores. A maioria das câmeras com controles manuais e melhor qualidade têm o tamanho amarelo ou azul. As câmeras compactas e celulares/smartphones possuem sensores menores como o verdinho.
Que entender melhor sobre os sensores na fotografia digital? Clique aqui.

3. As melhores fotos de pessoas são feitas no final do ensaio

Eu trabalho com retratos e durante meus workshops de Direção Afetiva escuto bastante este mito: “as pessoas ficam tensas no começo do ensaio, né? Normalmente as fotos ficam melhores no final, quando elas já se soltaram.”
Mentira. Se você souber dirigir, as fotos vão ficar boas do início ao fim. Normalmente o que acontece é nós não nos soltamos no início do ensaio, e por isso o resultado não fica tão legal. A pessoa tensa no começo é quem está fotografando, não quem está sendo fotografada :-) Evite este problema focando suas atenções na direção.

4. Tem muita gente “prostituindo” o mercado hoje em dia

A facilidade de acesso à tecnologia fez com que mais pessoas possam comprar câmeras e perceber a fotografia como um negócio em potencial. Muita gente que está começando não sabe muito bem quanto cobrar, e acaba cobrando mais barato do que o necessário para cobrir os próprios custos.
Isso interfere na vida de quem está trabalhando direitinho? Não. Uma pessoa que não sabe cobrar muito bem vai só se prejudicar, e mais cedo ou mais tarde perceber que está no prejuízo. Ainda sim sobram clientes para você.
Se está te faltando clientela, talvez o problema seja com você. Se atualize, analise seu plano de negócios e tente fazer um trabalho mais relevante e interessante para o seu público alvo.
É bom deixar claro que cobrar barato não é nem um problema em si: muita gente escolhe um público alvo de renda menor e se organiza para que seja possível atender este público. Vai dizer que você acha que pessoas de renda baixa não merecem ser fotografadas?

5. Uma pena que hoje exista photoshop, antigamente as fotos eram mais realistas…

Existem dois mitos nesta frase. O primeiro diz respeito ao coitado do photoshop: usamos o programa para manipular imagens, mas quem disse que isso é novo? Tudo que usamos no photoshop é baseado em manipulações feitas na fotografia de filme na hora da revelação ou ampliação.
O segundo tem a ver com o próprio conceito de manipulação: mesmo a foto que não foi photoshopada ou manipulada na pós produção não é um pedaço neutro de realidade. O momento escolhido para tirar a foto, a técnica, o enquadramento e os equipamentos utilizados fazem diferença no que a foto irá transmitir. É só ver a repercussão de uma foto do Obama sorrindo para um selfie durante o velório de Mandela. Fotos não são neutras.

A fotografia pode ser muito mais leve sem estes mitos :-)
O segundo tipo de mensagem que mais recebo de leitoras/es é pedindo uma avaliação de suas fotos.
(O primeiro é “qual câmera comprar?”)
A pessoa me envia uma foto, ou um link para seu flickr/500px/facebook/etc, e pede uma opinião sobre ela. Assim mesmo, na melhor das intenções, querendo saber o que acho e onde ela pode melhorar.
Fico lisonjeada, mas sabe o que acho? Que você não deveria se importar com a minha opinião (nem a de ninguém) sobre a sua foto.

“Avalia pra mim?”

Fotógrafa/o iniciante me manda um link para uma foto e pergunta:
“Avalia minha foto. Tá boa?”
Respondo:
“Não sei. Para que é a foto?”
“Pra nada. É só uma foto.”
“Então está ruim.”
Nada existe no vácuo.
Uma foto fora de foco é inadequada pra quem quer entrar no ramo das capas de revista de moda. Uma foto com ISO 1600 e fundo carijó é inadequada para o catálogo de produtos do supermercado. Uma foto de um gatinho ou cachorrinho fazendo fofurices, tirada com o celular, é perfeita para ganhar mais likes no facebook.
Se a pessoa que fez a imagem não sabe para que ela serve, então a foto não tem chance de ser boa. Ou melhor, pode até ser boa, mas por acidente e à revelia, do mesmo modo que um relógio parado estará certo uma vez a cada doze horas — e errado praticamente o tempo todo.
Um martelo é bom se eu tenho um prego para enfiar em uma parede. Se eu quero fritar um ovo ou trocar uma lâmpada, o martelo não me serve pra nada.
(Este trecho foi totalmente adaptado deste post do escritor Alex Castro, só troquei “texto” por “foto”.)

“Ui, que chata. Só queria saber se você achou ela bonita…”

Boniteza é algo subjetivo. Se você me mostra um retrato colorido, eu sei, com certeza, sem nenhuma dúvida, que minha primeira reação vai ser: “Putz, ficaria melhor em preto e branco.” É porque eu gosto muito de retratos em preto e branco.
Mas e daí que EU gosto de retratos em preto e branco? A foto é sua, criatura, e se você gosta dela colorida, pra que me escutar? Aliás, pra ninguém perder tempo, pra que perguntar?

“Mas eu só quero saber onde posso melhorar!”

Legal! Todo mundo tem o direito de querer melhorar. Mas você realmente acha que uma pessoa-desconhecida-da-internet vai te ajudar nisso?
Eu procuro pedir e considerar a opinião somente de quem:
  • Me conhece e entende minha proposta;
  • Admiro profundamente e de verdade;
  • Está dando uma opinião ao vivo, me olhando nos olhos;
Minhas fotos tão por aí, e várias pessoas têm opiniões sobre elas. Não sei o que todo mundo acha, mas uma coisa eu sei: considerar todas essas opiniões só serviria pra me deixar maluca.
Isso acontece bastante em fóruns e grupos de redes sociais: todo mundo dá pitaco na foto alheia. Todo mundo tem alguma dica de como sua foto ficaria melhor. Fuja disso. Normalmente quem tá comentando que você deveria ter “usado a regra dos terços” ou “feito o foco no terceiro cílio e não no segundo” não tem a menor ideia do que está falando.
foto de cartier-bresson comentada por pessoas de grupos de discussão no facebook. (imagem engraçadíssima criada pelo mario vázquez para o seu blog)
foto de cartier-bresson (se fosse comentada por pessoas de grupos de discussão no facebook)
brincadeira feita por mario vázquez, para o seu blog
Algumas dicas práticas pra próxima vez que você pensar em mostrar suas imagens pra alguém:
  1. Escolha bem pra quem mostrar (de preferência alguém que você já viu nos olhos);
  2. Conte o propósito da imagem (“fiz essa foto para celebrar a beleza das mulheres de verdade”);
  3. Já chegue com dúvidas específicas (“aqui tentei fazer uma foto mais simples, mas ainda me parece um pouco poluída, o que você acha que eu poderia ter feito pra melhorar?”)
Com certeza a resposta será muito mais edificante do que aquelas recebidas ao léu.
Eu comecei na fotografia sem querer. Fui trabalhar com edição de imagens num estúdio de fotografia e acabei me interessando pelo assunto lá. Quando mostrei interesse, minha chefe me ajudou ensinando tudo o que podia e me levando para alguns eventos (primeiro para carregar a luz, depois como terceira ou segunda fotógrafa). Fui aprendendo com a experiência, com leituras e com a internet.
Foi assim que eu comecei, mas existem vários caminhos a se tomar. Perguntas relacionadas a este assunto são algumas das mais comuns: “Como aprender fotografia sem dinheiro?”, “Vale a pena fazer cursos?” e “Qual faculdade fazer?”
Posso não ter uma resposta definitiva para cada uma dessas perguntas, mas posso dar alguns pitacos com base na minha experiência :)

Como aprender fotografia se não tenho dinheiro?

Sei bem como é essa situação e não fiz cursos exatamente por este motivo! O que fiz para contornar a situação de falta de grana:
  • Li muito o manual da minha câmera. A maioria das coisas que são ensinadas em cursos pagos estão no manual.
  • Usei muito a internet. O Youtube tem tudo que há de pior e de melhor no mundo, e fazendo uma simples busca você encontra muitos canais e vídeos explicando todo tipo de dúvida.
  • Li livros de fotografia. Para economizar, comprei livros velhos e ultrapassados em sebos (o bom é que o básico da fotografia não muda) ou visitei livrarias e li os livros lá mesmo (a maioria das livrarias grandes permitem que você leia os livros sem comprar, e até possuem sofazinhos para isso.)
  • Fui trabalhar. Se você considera se profissionalizar na área, procure uma empresa ou estúdio de fotografia que esteja oferecendo estágio ou vaga para fazer café. Não precisa ser uma empresa famosa que você admire de coração, nem precisa ser um fotógrafo ou fotógrafa importante. Até porque pessoas famosas e importantes provavelmente não têm vagas de assistente assim dando sopa.

E cursos? Valem a pena?

Se você tem dinheiro para fazer um curso, com certeza é mais prático do que tentar aprender por conta. Cursos são estruturados e possuem uma continuidade importante para o aprendizado. Muita coisa que demorei anos para aprender eu teria aprendido em horas durante um curso. Existem limitações, como ter que se adequar à velocidade de aprendizado da turma, que às vezes é mais rápida ou mais lenta que a sua. Mas, no geral, cursos são um bom jeito de começar pra quem pode investir nisso.

Claudia, tem como você me indicar um curso na minha cidade?

Não. Não conheço cursos e nem posso endossar nenhum, pois não fiz e não sei, pessoalmente, quais aprovaria. Mas posso dar algumas sugestões:
  • O que muita gente do Brasil inteiro já me disse é que os cursos de fotografia básica no SENAC são bons e baratos.
  • Outra opção é procurar no google por “curso de fotografia em X” (onde “X” é a sua cidade.)
  • Participe também de grupos no Flickr ou no Facebook da sua cidade, daqueles que fazem encontros e passeios fotográficos, e tenho certeza que essas pessoas terão indicações de cursos na sua região.

E faculdade? Qual faculdade fazer pra ser fotógrafa/o?

Faculdade serve somente para duas coisas: 1. ter contatos e 2. ter um papelzinho que diga que você tem uma formação. Se você se sente numa rua sem saída, é possível que não tenha contatos o suficiente. Se você está ganhando menos no seu emprego porque não tem um diploma, o papelzinho é importante.
Se a única coisa que você quer é “aprender”, então veja os itens anteriores.
(É bom lembrar, pra quem não sabe, que a fotografia não é uma profissão regulamentada – em alguns casos ela é auto-regulamentada, com associações independentes. Você pode ser profissional sem o diploma.)
Se mesmo assim você faz questão de uma faculdade, vá em frente. Estão surgindo algumas faculdades de fotografia pelo país, mas alguns outros cursos também possuem conhecimentos em comum, como design e comunicação.

E workshops, valem a pena?

Realizei workshops pelo Brasil inteiro durante quatro anos, portanto sempre fiquei com medo que minhas opiniões sobre o assunto fossem vistas com viés de propaganda. Hoje, no entanto, me sinto tranquila para falar sobre o assunto. Não irei mais realizar workshops a partir de 2015 então a auto-promoção neste momento seria inútil. Neste caso posso dizer com toda a sinceridade: pra saber se um workshop vale a pena use a tática do preço. Se é caro, não vale a pena. Se é barato, é possível que valha. Simples assim. Quem cobra caro por workshops normalmente são pessoas que estão nessa só pelo dinheiro e viram que ensinar é mais lucrativo do que fotografar. Quem cobra barato tem mais chances de estar fazendo isso realmente para compartilhar e dividir um pensamento crítico sobre a fotografia.
Quanto é caro e quanto é barato? Pra mim, qualquer coisa acima de 400 reais já é mais que abuso.
Organizei meus workshops nos últimos anos de forma completamente independente e assim visitei todos os estados, do Rio Grande do Sul à Roraima, do Acre à Paraíba. Sei quanto custa organizá-los. Cobrava R$ 200 não por caridade, mas porque é possível ter um lucro honesto com este valor. As pessoas que admiro e que se dispõem a organizar workshops e oficinas também conseguem cobrar um valor parecido. Já acho que R$ 200 é bastante dinheiro, então fico muito triste de ver que tem gente com coragem de cobrar milhares.
Qualquer pessoa que cobra milhares de reais em um workshop de fotografia está muito mais interessada nela mesma do que em você.
(Penso o mesmo a respeito de congressos.)

Se seu propósito é aprender a fotografar, existem meios fáceis e baratos. Se o seu propósito é se profissionalizar, talvez a principal pergunta para você fazer não seja “como começar” ou “qual curso fazer”, e sim, “por que quero trabalhar com fotografia?” E essa pergunta só você vai saber responder.
Essa inocente perguntinha me persegue entre as mensagens que mais recebo de quem está começando na fotografia. Minha resposta, embora pareça radical, é simples: compre qualquer uma.
Muita gente fica indignada quando digo uma coisa dessas e afirma que a câmera tem sim influência na qualidade de uma foto. Não posso discordar: uma câmera de celular oferece menos controle e menor qualidade final do que um equipamento especializado.
Porém, quando estamos começando, ainda não sabemos tudo que uma câmera faz. Por um bom tempo é inevitável subutilizar todo o potencial da bichinha.
Gosto de comparar a fotografia à profissão de cozinheira: quem é cozinheira profissional consegue fazer um bom prato mesmo em um fogão caseiro, mas para trabalhar com isso e montar um restaurante será necessário ter um fogão que permita mais controle sobre o resultado, além de ele precisar ser mais robusto e forte para resistir ao uso constante.
A pessoa que está começando a cozinhar pode até comprar um fogão incrível, mas isso não vai ajudá-la em nada, já que estará aprendendo como cortar uma cebola. As 50 combinações de temperatura, umidade e ventilação do forno não farão diferença alguma nessa fase inicial.
Se você está começando a fotografar não vai fazer diferença a câmera que está usando. De início, o objetivo será aprender o básico: picar cebola! Ou, voltando pra fotografia, medir a luz, focar e compor. E isso dá para fazer com qualquer câmera que tenha controles manuais.
Por isso, para quem quer começar a entender os conceitos da fotografia, sempre sugiro começar com qualquer câmera que permita controles manuais. A experiência me mostrou que o melhor custo/benefício está em comprar modelos mais básicos e já usados.
É claro que se você tem dinheiro sobrando dá pra comprar sim o fogão mais caro logo de saída: o que não dá pra fazer é achar que ele vai ser de alguma serventia na hora de picar cebola!
Antes de conhecer as câmeras é interessante você saber os nomes que damos para algumas de suas partes:
mapa-da-camera

Tipos de câmeras: suas vantagens e desvantagens

Sei muito bem que “qualquer uma” não respondeu a sua pergunta, então vamos analisar os tipos de câmeras que encontramos hoje no mercado, olhando alguns pontos importantes: a qualidade de imagem, a possibilidade de usar diferentes lentes, o controle das configurações e a portabilidade.

  • Cameraphones

    Lembra quando os celulares começaram a vir com câmera? Pois bem, essas câmeras melhoraram e alguns celulares entram hoje na categoria cameraphones: a qualidade anda tão boa que são consideradas câmeras com celular, e não o contrário. A maior vantagem desse tipo de câmera é que você provavelmente já a leva para todo lugar, facilitando a prática diária da fotografia. A desvantagem é que, mesmo melhorando muito de uns tempos pra cá, a qualidade ainda não é tão alta em grandes impressões ou em momentos de pouca luz.
    Qualidade: Inferior (é quase inútil em situações de pouca luz.)
    Troca as lentes? Não, mas existem acessórios para encaixar no celular e fazer brincadeiras.
    Controle das configurações? Não, mas dá para fazer algumas gambiarras com aplicativos.
    Portabilidade: super portátil.
    Exemplos: Iphone, Samsung Galaxy, etc.

  • De bolso

    Essas câmeras normalmente contam com uma qualidade melhor de imagem e de controle se comparadas às cameraphones. Elas também são portáteis, mas com uma qualidade um pouco superior e mais opções de configurações do que cameraphones. O flash dessas câmeras costuma ser potente o suficiente para retratos e são uma ótima opção para encontros pessoais. Um dos seus maiores defeitos é o intervalo entre o clique e a foto: perdemos momentos exatos pois ela não faz a foto na hora que apertamos o botão.
    Qualidade: Média (não se comporta muito bem com pouca luz e demora a fazer a foto.)
    Troca as lentes? Não.
    Controle das configurações? Não muito, mas é possível usar predefinições dependendo do tipo de foto.
    Portabilidade: Super portátil.
    Exemplos: Sony cybershot, Nikon coolpix, Fuji finepix.

  • Bridge

    Também vendidas como superzoom, as bridge são câmeras consideradas como um meio termo entre as de bolso e as profissionais. Sua maior vantagem é possuir mais configurações personalizáveis garantindo bastante controle. Porém, não permite a troca de lentes e seus sensores têm uma qualidade inferior em situações mais críticas, como pouca luz.
    Qualidade: Média (não se comporta muito bem com pouca luz.)
    Troca as lentes? Não, mas possui uma só lente bem versátil com bastante zoom.
    Controle das configurações? Sim.
    Portabilidade: Não é muito portátil.
    Exemplos: Canon powershot, Sony alpha, etc.

  • DSLR

    As câmeras digital single lens reflex são câmeras que permitem controle totalmente manual. Dentre elas, existem desde opções de entrada (mais baratas e menores) até opções full frame (que têm sensores maiores e com mais qualidade.) Vou falar mais sobre sensores e suas diferenças nos próximos tópicos. São as câmeras mais usadas por profissionais, pelo menos até a popularização das mirrorless, por permitir total controle de configurações, boa usabilidade do equipamento e várias opções de lentes intercambiáveis. Sua principal desvantagem é o tamanho e o peso, principalmente quando temos um kit com várias lentes para carregar nas costas.
    Qualidade: Superior.
    Troca as lentes? Sim.
    Controle das configurações? Sim.
    Portabilidade: A câmera e as lentes são pesadas e volumosas.
    Exemplos: Canon 7D, Canon Rebel, Nikon D300, Nikon D90, etc

  • Mirrorless

    As mirrorless são câmeras do tamanho de compactas, mas com qualidade superior. Ao contrário das câmeras DSLR, elas não possuem um dispositivo ótico (com espelho e prisma), por isso são tão pequenas. Embora seja uma tecnologia nova, muitas pessoas já as utilizam profissionalmente. Sua maior vantagem é ter uma qualidade comparável à das câmeras maiores, mas em um tamanho reduzido. Isso pode ser um problema para quem se acostumou à forma de segurar as câmeras maiores e também para quem gosta do visor ótico.
    Qualidade: superior.
    Troca as lentes? Sim.
    Controle das configurações? Sim.
    Portabilidade: Super portátil.
    Exemplos: Sony alpha mirrorless, Panasonic lumix mirrorless, Fujifilm X-T1, etc

  • Médio formato

    São câmeras que usam sensores muito grandes, oferecendo qualidade superior de imagem. Seus preços são a partir dos milhares de dólares. Se você está começando na fotografia e pensando em qual câmera comprar, provavelmente essa opção é muita areia pro seu caminhãozinho.
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O fato da questão é que, quando se trata de desenho (ou quaisquer outras habilidades) o que mais importa é a determinação e paixão pela arte. Então, se você tiver a unidade para se tornar um grande artista, eu vou lhe fornecer as instruções adequadas. Ok, então o nosso objetivo aqui é aprender como desenhar um rosto humano. O desenho é um esforço criativo, mas se você é um novato com isso, então você irá gostar de aprender com esse curso, pois ele começa com uma abordagem mais simples, passo-a-passo. Embora essas aulas tendem a se concentrar em como desenhar rostos para iniciantes, mesmo se você se considera um artista avançado retrato, você ainda vai tirar muito proveito dessas lições

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Sobre Christian Camilo Christian é fotografo profissional e professor de vários cursos de fotografia e editor do site CamiloArt onde divulga seus trabalhos e projeto

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Antes de começar qualquer gravação, o importante é saber por onde começar. A partir de dicas simples e úteis você pode fazer um excelente trabalho, bastando para isso ter um conhecimento básico e bastante organização.
Desde filmar bem e gravar um áudio bom, fazer um check list antes de começar o trabalho e gravar instantaneamente uma autorização de uso de imagem e som, o plano de trabalho que preparei para você vai lhe dar o tom do vídeo, e do sucesso. Este é meu incentivo a quem quer fazer da videografia um hobby prazeiroso ou uma nova carreira de trabalho. Como diz o slogan do McDonalds, “Amo tudo isso”. 
Vamos lá?

Mesmo durante uma simples entrevista, regras de enquadramento devem ser obedecidas
7 Pecados Imperdoáveis do cinegrafista

01- Colocar todos os assuntos somente no centro da cena.
02- Usar demais o zoom da câmera.
03- Permanecer em um ponto em vez de procurar ângulos interessantes.
04- Ficar dando panorâmica o tempo todo durante a locação.
05- Filmar do dedão do pé até os olhos da pessoa.
06- Dar takes de dois ou três segundos apenas, sem margem de edição.
07- Filmar com muita luz no fundo, em vez de sobre o assunto.

12 dicas úteis para gravação de vídeo

01- Use sempre o foco manual se a sua filmadora tiver essa opção.
02- Definir o balanço de brancos em cada local.
03- Quando gravar ao ar livre, mantenha o sol atrás de você.
04- Planeje sempre antes de apertar o rec.
05- Use preferencialmente um tripé.
06- Filmando na mão, imagine que sua filmadora é uma xícara cheia de café muito quente.
07- Use o zoom para compor a cena. Evite o zoom quando estiver gravando.
08- Mexa na filmadora somente quando necessário.
09- Grave sempre pensando em como vai editar.
10- Mantenha o seu take entre 5 e 10 segundos.
11- Mantenha a imagem estável (sem zoom ou pan) para pelo menos 10 segundos.
12- Durante a filmagem, seja o mais discreto possível para registrar o verdadeiro   comportamento da pessoa.

 10 dicas úteis para captação de áudio

01- Use um microfone externo, se você tiver um.
02- Mantenha o microfone próximo a pessoa.
03- Monitore tudo com fones de ouvido durante a gravação.
04- Mantenha o mínimo de movimentos possível das mãos na filmadora.
05- Use um microfone de mão para entrevistas de rua. Evite o da filmadora.
06- Use um microfone de lapela para gravações em estúdio.
07- Para locais movimentados prefira microfone sem fio.
08- Saiba e conheça os locais de locação para evitar surpresas.
09- Não mexa no cabo do microfone durante a gravação.
10- Evite cabos longos para minimizar interferências.

2 dicas de pré-produção

01- Estabeleça a meta de aproveitar 10 segundos de imagem para cada 60 segundos gravados.
02- Guarde a filmadora em local visível, com cartões/fitas de sobra e baterias sempre carregadas.

Check-list dos equipamentos
  • Filmadora
  • Baterias carregadas
  • Fonte de alimentação AC
  • Microfones e cabos
  • Iluminação
  • Pano de limpeza para a lente
  • Fones de ouvido
  • Cartões e fitas para gravação
  • Tripé
  • Folha branca para ajuste de branco
Após as gravações com personagens, grave a autorização de uso de imagem e voz na própria câmera
Autorização de uso de imagem e voz na locação
Dê este texto para o entrevistado ler em voz alta. Grave a pessoa falando.
Eu, fulano de tal, documento número tal, concedo o direito de usar o meu nome, imagem, voz, aparência e desempenho em um programa de vídeo. Esta concessão inclui, sem limitação, o direito de editar, mixar ou duplicar e usar ou reutilizar este vídeo em todo ou em parte. Eu também concedo o direito de transmitir, exibir, comercializar, vender e distribuir de outra forma este programa de vídeo, no todo ou em partes, e sozinho ou com outros produtos. Minha decisão aqui é soberana, sem interferência de mais ninguém por considerar justa e razoável minha participação em vídeo e áudio gravado.
Aprender a desenhar pode ser uma experiência prazerosa que permite a pessoa ter um momento apenas para ela relaxar e criar desenhos que de fato representam o que ela sentido ou representar no papel algo que ela possa gostar. No entanto, o desejo não é tão simples e fácil como certas pessoas possam imaginar. É necessário dedicação, estude e até mesmo dominar técnicas de desenhos que permite criar formas interessantes.
As técnicas de desenhos podem variar de acordo com o estilo que for de fato desenhado. Por exemplo, a técnicas de desenhos para criar animes e até algo mais simples para dar forma a um corpo, um rosto e assim em diante. Aprender as técnicas torna-se crucial no processo de criação dos desenhos e até facilita colocar uma ideia em prática. Pensando nisso, foi separado algumas técnicas de desenhos que podem ajudar os iniciantes.
Veja as 12 técnicas de desenhos para aprender abaixo.
1 – Você precisa saber desenhar linhas retas à mão livre, portanto tente praticar isso o quanto puder. Desenhe em diferentes posições e formas, é uma das técnicas de desenho mais usadas em diferentes modelos.

2 – O sombreamento é um das mais importantes técnicas de desenho e o iniciante pode aprender praticando com um lápis simples, deslize seu lápis para cima e baixo diminuindo a intensidade para criar as sombras.

3 – Para desenhar um corpo você pode usar técnicas como riscos e formas em oval para compor o corpo. Essas técnicas de desenho tende a te ajudar a ter mais experiência e noção para criar um corpo ou os rostos de um desenho.

4 – O pontilhismo é um técnica que permite criar um efeito bonito e bem diferente no desenho. Ao invés de pintá-lo ou criar sombras basta fazer o pontilhismo com o auxílio de uma ponta do lápis batendo no desenho.

5 – Você pode criar um rosto perfeito usando linhas e tendo uma noção ao criar os olhos, o nariz e boca. Faça um forma oval e divide-a no meio, crie outras linhas que possa delimitar a altura da sobrancelha e olhos.

6 – Efeitos de luz e sombra permitem deixar o desenho ainda mais bonito e você pode criar de maneiras distintas. Em locais que deseja ter brilho é necessário ofuscar com partes de sombra, basta criar um efeito sombra.

7 – O ponto de fuga é fundamental para criar perspectivas diferentes em seu desenho. Delimite-o e passe a usá-lo como referência para criar todo o seu desenho. Ele é útil para referência de posicionamento no desenho.

8 – A perspectiva é uma das técnicas de desenho bem útil, podendo criar pontos que “enganam” o cérebro com efeitos de ilusão de profundidade. Isso é criado com técnicas de desenho e também com a pintura de áreas.

9 – Outra técnica é a de proporção, do qual permite deixar o desenho de fato mais realista. Quando usada em figura humana a técnica pode dar o efeito interessante ao desenho, crie isso com os traços e com sombras.

10 – A composição de um desenho é outra técnica utilizada que cria uma ideia do desenho mais rico de detalhes. Isso você crie com os traços e na forma como posiciona o elemento principal do desenho, como nas fotos.

11 – A técnica bola-e-soquete é muito usada para criar pessoas nas mais diferentes posições. Ela é usada por profissionais conhecidos pelo o fato de criar perspectivas diferentes aos desenhos, com poses distintas.

12 – Para desenhar cabelos nos personagens de desenhos é necessário uma junção de material adequado com a pintura correta. O sombreamento é usado em alguns casos, mas é necessário leveza ao manusear o lápis.

Muitos profissionais criativos já estão bem acostumados a trabalhar com imagens em diversos tamanhos, resoluções e extensões diferentes.
Mas, você já parou pra pensar nos erros que alguns profissionais desavisados podem cometer? Ou ainda: você mesmo já cometeu um dos erros abaixo?
Confira 4 erros que devem ser evitados quando trabalhamos com imagens:

Esquecer da proporção

Já ficou tentado em dar aquela esticadinha na imagem pra encaixar melhor dentro do layout? Bom… não faça isso.
Cada imagem tem sua proporção. Na hora de alterar seu tamanho, não se esqueça de segurar o Shift (no caso do Photoshop, por exemplo) e manter as proporções originais, independente do tamanho final da imagem.
Ver uma imagem esticada (ou pior, um logotipo) chega a ser doloroso. Portanto, seja um ser-humano exemplar e não faça isso.

Imagem Original:

Por favor não faça isso:

Cortar a imagem de forma incorreta

Muitas vezes não será possível aproveitar toda a área da imagem e você precisará cortá-la, talvez para inseri-la dentro de um banner, por exemplo. E agora?
Tome muito cuidado em como fará isso. Evite cortar de forma aleatória e procure fazer com que o corte não prejudique a mensagem que você deseja transmitir com a imagem.
Dessa forma, a imagem se encaixará na nova proporção (sem a necessidade de esticá-la) e você não perderá seu contexto.

Imagem Original:

Evite cortar de forma incorreta:

Percebeu o erro? Nesse corte, não é possível entender direito o que a mulher está fazendo. O corte não levou em consideração o notebook e suas mãos sobre ele. A imagem fica confusa.

Colocar nomes engraçadinhos

Essa é para a galera das internets. Na hora de subir uma imagem para um site ou blog, tome muito cuidado no nome do arquivo. Por quê?
Imagine que aquele cliente que você acha chato e implicante deseja colocar sua própria foto na seção “Sobre Nós” do site da empresa. Você, um ser maligno e vingativo, faz o upload da foto com o nome velhorabugento.jpg.
Ok, a foto estará no site e ninguém verá o nome do arquivo. Mas algum dia alguém (talvez até mesmo o velho rabugento) decidirá baixar a imagem, revelando sua brincadeirinha. Melhor não correr o risco.

Salve essa imagem em seu computador e veja o erro na prática:

Exagerar no Photoshop

Algumas imagens precisam de um retoque ou outro no Photoshop antes de irem para a produção.
Não há problemas nisso para quem sabe utilizar o programa da forma correta. Mas e quando tratamento de imagens não é seu forte?
O resultado pode ser uma imagem extremamente photoshopada, que com certeza servirá de exemplo de como não usar o Photoshop. Portanto, muito cuidado!

Imagem Original:

Imagem tratada desastrosamente no Photoshop:

Nesse caso o designer tentou alterar o cor do olho, aplicar um filtro na pele, branquear os dentes e aumentar o contraste da imagem.
Existem técnicas corretas para fazer esses tipos de tratamentos, mas nesse caso o resultado foi uma imagem bastante artificial e com cores bem “estouradas”.
Portanto, muito cuidado ao trabalhar com imagens em projetos físicos ou virtuais. Lembre-se que uma imagem mal inserida pode prejudicar seu cliente e sua reputação como designer.
E você, já cometeu outro erro com imagens? Compartilhe conosco abaixo!
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Fazer um vídeo profissional não é tarefa fácil, dependo do tipo de produção levam meses e até mesmo anos para chegar ao resultado final. Dentre de todos recursos usados para gravação, a iluminação para vídeo é um dos mais importantes. A iluminação para vídeo é tão importante quanto a iluminação na fotografia.
Nesse artigo vamos trazer algumas dicas de iluminação para vídeo muito importantes, algumas técnicas de iluminação usadas até mesmo em grandes produções para estúdios fotográficos e como usá-las corretamente.
  1. Foco da iluminação
O foco da luz é o principal elemento da iluminação para vídeo a se prestar atenção antes de iniciar o trabalho. É importante deixar claro o que é para ser visto, pois o foco pode aproximar, afastar e aprofundar o motivo. Os equipamentos mais recomendáveis para gravações em estúdio são iluminadores e refletores de LED.
Os iluminadores e refletores que utilizam diversas peças de mini LEDS são os mais buscados, eles geralmente alteram a temperatura de cor do ambiente e ajudar a criar efeitos desde o amanhã até o anoitecer dentro de estúdios fotográficos profissionais.
Para aproximar, ou passar a ideia de aproximação, do motivo é recomendado por cinegrafistas profissionais a iluminar a parte do rosto em que há mais visão, como mostra a foto. É importante, nesse caso, ver qual o melhor ângulo de quem está sem filmado e qual posição ele fica mais confortável, pois a luz focada realça as marcas, o que pode realçar os detalhes, mas nem sempre é o que se busca.
 Assim como o foco da iluminação para vídeo pode passar a impressão de proximidade, é possível realizar o efeito contrário ao iluminar o lado mais chamativo e realçar o mais distante.
  1. Luz lateral
Criar um efeito mais dramático ou intenso numa cena conta mais do que a atuação, a iluminação pode intensificar essa percepção do telespectador. Essa tática de iluminação de vídeo é profissional e é muito vista em diversos filmes a todo instante.
 Essa técnica de iluminação de vídeo tem origens a partir de quadros dos séculos 17-18, onde os artistas utilizavam em suas pinturas esse tipo de iluminação. A dica para que encontre o ponto de iluminação correto é achar um formato de “triângulo” no lado oposto do rosto:
  1. Luz de fundo
Esse tipo de iluminação de vídeo é muito conhecido no meio musical, em produções de terror, suspense ou que envolva fortes emoções. O trabalho é mais simples e pode ser usado com iluminadores de Leds mais comuns. Para encontrar o ponto chave dessa iluminação é importante deixar claro todo o semblante daquilo que é gravado ou o foco principal de iluminação.

 É importante nesse tipo de iluminação deixar claro de onde vem a fonte principal de luz, já que pode ser de váriosângulos por detrás do motivo e se trabalhar com a aquela direção.

  1. Rebatedores fotográficos
Para compensar e balancear a iluminação de vídeo durante a gravação e diminuir a necessidade de tratamento no pós-edição, rebatedores fotográficos é a melhor opção. O rebatedor na cor branca, por exemplo compensa os tons, rebate a luz da fonte principal e balanceia cores e realces. Os rebatedores para estúdio fotográfico possuem até 7 cores, sendo cada uma delas para um determinado tipo de fotografia ou gravação e auxilia em ajuste de tonalidade, intensidade, contraste profundidade e muito mais.

  1. Luz cruzada
Essa parte da iluminação de vídeo profissional requer maiores cuidados e conhecimento, nesse caso é necessário mais de uma fonte de iluminação, como de se encontrar em kit de iluminação estúdio. Nessa tática, é preciso posicionar seus iluminadores de acordo com que um se torne luz de fundo de um motivo e haja como luz lateral para o outro. Para produzir resultados profissionais e sem desnível de iluminação é preciso que ambas fontes tenham um bom foque e alcance, manter as mesmas tonalidade e temperatura de cor e utilizar acessórios como o rebatedor fotográfico para estúdio no auxílio.